Diário de Petrópolis



Arma de Fogo é na Pantanal Armas de Fogo



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Edição:
quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Edição: quinta-feira, 30 de janeiro de 2020


  Polícia

 

No ano passado, foram retirados de circulação 110 armas de fogo; apreensões de réplicas crescem 30%

Philippe Fernandes

As forças policiais de Petrópolis apreenderam 110 armas de fogo ao longo de todo o ano passado. Isso significa uma média de uma arma apreendida a cada três dias durante 2019. Apesar de os índices serem 12% inferiores aos do ano passado (quando 125 artefatos do tipo foram retirados de circulação), os números ainda são expressivos: nos últimos cinco anos, este foi o segundo melhor resultado.

O mês com maior número de apreensões foi março, com 29 ocorrências. Em seguida, aparecem junho (13); novembro (10); setembro (9); outubro (8); maio (7); janeiro, fevereiro, abril e agosto (seis cada); julho e dezembro (cinco cada). Entre as 110 armas de fogo apreendidas ao longo do ano passado, os revólveres correspondem a 40,9% do total. Também foram recolhidas 38 pistolas (34,5%), 19 espingardas (17,2%), três carabinas e três garruchas (2,7% cada), além de uma arma de fabricação caseira e outro garruchão.

Se o número de armas de fogo apreendidas diminuiu, o número de réplicas, os chamados simulacros, chegou ao maior nível desde 2014. Foram 17 equipamentos que simulavam armas de fogo no ano passado, um aumento de 30% em relação a 2018, quando 13 aparelhos foram apreendidos. Em 2017, houve 11; e em 2016, nove. Em 2019, foram 11 simulacros de pistolas apreendidos; dois de revólver; dois de carabina; e outros dois não especificados.

Também cresceu na ordem de 28% o número de armas brancas recolhidas – em 2019, foram 32, contra 25 no período anterior. O número de munições apreendidas, por sua vez, caiu: foram 93 no ano passado, 32% a menos que em 2018, quando 138 foram retiradas de circulação.

Queda aconteceu em todo o Estado

No que se refere às armas de fogo, houve uma queda em todo o Estado – foram 8.432 em 2019, contra 8.721 em 2018, índice que havia sido 3,41% superior. Também foi o menor registro desde 2014, uma vez que, em 2017, houve 8.706 armas apreendidas nos 92 municípios fluminenses; em 2016, 9.010; em 2015, 8.956; e em 2014, 8.649.

Do total, 38% das armas foram recolhidas no interior do Estado (3.202). Outros 29%  (2.502) estavam na capital; 20% (1.708) na Baixada Fluminense; e 12% (1.011) na região de Niterói e São Gonçalo. As forças policiais retiraram 3,7 mil pistolas, 2,8 mil revólveres, 729 espingardas, 550 fuzis, 169 armas de fabricação caseira, 128 garruchas, 89 carabinas, 21 submetralhadoras, 18 metralhadoras e 11 garruchões, além de 46 armas de fogo não especificadas.

No Estado, o índice de réplicas apreendidas também caiu, em proporção parecida: 3,07%, na comparação com 2018. No ano passado, houve 1.292 apreensões, ante 1.333 no período anterior. Em 2017, foram 1.604 simulacros recolhidos; em 2016 e 2015, 1.508; e em 2014, 1.589. Também houve queda, esta mais acentuada, no número de munições apreendidas. Em 2019, foram 163 mil, índice 23,06% inferior ao de 2018, quando 211,9 mil foram retiradas das ruas.

A apreensão de armas brancas, no entanto, cresceu bastante: foram 1.256 facas e outros equipamentos do tipo, 47,59% a mais do que em 2018, quando foram recolhidos 851. Também cresceu a apreensão de artefatos explosivos, em 30,82%: no ano passado, foram 1.651 casos, contra 1.262 em 2018.

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