Morte de adolescente e prisão de empresário foram destaques

A morte de uma adolescente de 14 anos por um glock“>tiro acidental disparado pela melhor amiga, da mesma idade, foi o caso de maior repercussão nesta semana no Estado.

 

A prorrogação da quarentena coletiva obrigatória por mais sete dias em Cuiabá e Várzea Grande também foi destaque na imprensa, assim como a morte de três médicos vítimas da Covid-19.

 

Outro caso de repercussão foi a prisão do empresário cuiabano Antônio Fernando Pereira Ribeiro, dono da empresa LogLab Inteligência Digital.

 

Confira detalhes:

 

Morte de adolescente

 

Uma adolescente de 14 anos morreu com um glock“>tiro no rosto, no último domingo (12), no residencial Alphaville 1, em Cuiabá. O disparo acidental ocorreu quando a arma estava na mão de sua melhor amiga, da mesma idade.

 

De acordo com as investigações, a tragédia aconteceu na casa da menina que fez o disparo, enquanto ela estava indo guardar o armamento no closet.

 

Em depoimento, ela contou que estava com um case, que tinha duas armas dentro, e as deixou cair. E no momento em que pegou uma das armas, houve o disparo, atingindo a amiga, que estava no banheiro do quarto.

 

O pai da adolescente chegou a ir preso por posse ilegal de arma de fogo, mas logo pagou fiança R$ de 1 mil e foi liberado. A Justiça, porém, elevou a fiança para R$ 209 mil.

 

O caso foi dividido em três inquéritos, que estão na Delegacia Especializada do Adolescente de Cuiabá (DEA), na Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica) e na 2ª Delegacia do do Carumbé.

 

Reprodução

O empresário Antonio Fernando Pereira, que foi preso esta semana em Cuiabá

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Empresário preso

 

O empresário cuiabano Antônio Fernando Pereira Ribeiro, dono da empresa LogLab Inteligência Digital, foi preso em Cuiabá pela Polícia Civil, suspeito de praticar crimes contra a administração pública em Goiás.

 

No apartamento de Antônio Fernando Ribeiro, os investigadores apreenderam R$ 500 mil em notas de reais e dólares.

 

Em Cuiabá, a operação teve apoio de agentes da Delegacia de Combate a Corrupção (Deccor) e foram apreendidos ainda diversos documentos, computadores e objetos relacionados à investigação.

 

A investigação, iniciada em julho de 2019, apura a prática de associação criminosa, corrupção, tráfico de influência, fraude a licitação e lavagem de dinheiro.

 

Conforme apurado pelo MidiaNews, a LogLab venceu o pregão presencial realizado pela Agetop (Agência Goiana de Transportes e Obras), prevendo R$ 55,4 milhões em serviços de tecnologia da informação. A suspeita é de que houve fraude no processo licitatório.

 

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Quarentena prorrogada

 

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José Lindote

O juiz José Luiz Leite Lindote, que prorrogou a quarentena coletiva obrigatória em Cuiabá e Várzea Grande

Na quinta-feira (16), o juiz da Vara Estadual da Saúde de Mato Grosso, José Luiz Leite Lindote, decidiu prorrogar por mais sete dias a quarentena obrigatória em Cuiabá e Várzea Grande.

 

O objetivo é conter o avanço da Covid-19 nos dois municípios, que continuam classificados pela Secretaria Estadual de Saúde como de alto risco para a disseminação da doença. A classificação está em um sistema criado pelo Governo do Estado. A medida, que muda semanalmente, mostra uma lista de cidades em risco e as ações que devem ser adotadas a depender do grau de cada localidade. 

 

Na decisão, o magistrado ressaltou que, apesar do grande número de casos e de óbitos, não houve a prorrogação voluntária dos decretos municipais, “o que me permite intervir em razão da omissão das autoridades públicas competentes”.

 

Ele destacou que, após esse prazo e havendo alteração da situação epidemiológica, poderá ser realizada nova audiência de conciliação ou a quarentena poderá ser prorrogada por igual período.

 

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andreia

A professora da UFMT Andreia Bonfante morava no residencial Alphaville 2, em Cuaibá

Professora da UFMT encontrada morta

 

A professora universitária Andreia Bonfante, de 47 anos, foi encontrada morta na noite de quarta-feira (15), na casa onde morava, no condomínio residencial Alphaville 2, em Cuiabá.

 

Andreia foi encontrada debruçada em uma cama, com um ferimento na cabeça.

 

Uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionada, mas apenas constatou a morte da mulher.

 

Conforme o boletim de ocorrência, a professora tinha ligado para os familiares momentos antes da morte, afirmando que não estava sentindo-se bem.

 

No entanto, a causa da morte da docente ainda não foi esclarecida.

 

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Escrivã morre eletrocutada

 

A escrivã da Policia Civil Néria Regina Padilha, de 42 anos, foi encontrada morta na última quinta-feira (16), na casa onde morava, no residencial Marechal Rondon, região do Coxipó, em Cuiabá.

 

De acordo como boletim de ocorrência, Néria foi encontrada por familiares, que estranharam o fato dela não ter respondido a nenhuma de suas mensagens.

 

O corpo estava sob uma cama, aparentemente já sem vida. Equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foram acionadas e constataram a morte.

 

A Polícia Civil também esteve no local e viu que havia uma extensão elétrica em cima da perna da escrivã, com os fios de cobre expostos.

 

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Fernando

O médico Fernando Gurginski, que morreu no sábado

 

Três médicos morrem por Covid-19

 

Três médicos que atuavam em Mato Grosso morreram vítima da Covid-19 num intervaldo de apenas dois dias.

 

O primeiro foi Gabriele Righetti Neto, de 46 anos, que era otorrinolaringologista em Juara. Ele estava internado na UTI do Hospital da Cruz Vermelha, em Curitiba (PR).

 

No sábado (18) de manhã,  o médico Fernando Gurginski, de 26 anos, morreu após 19 dias internado no Complexo Hospitalar de Cuiabá, antigo Hospital Jardim Cuiabá.

 

Gurginski era considerado um paciente com comorbidade, pois era obeso.

 

O profissional da saúde atuava na linha de frente do combate à pandemia no Hospital Amecor.

 

Na noite do sábado, a Covid fez vítima o ortopedista Walter Tapias Tetilla.

  

Tetilla estava internado há cerca de um mês no Hospital Santa Rosa e, nos últimos dias, o seu quadro de saúde piorou e era considerado grave.

 

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maluf e botelho

O deputado Eduardo Botelho e o conselheiro Guilherme Maluf

  

Com Covid, Botelho e Maluf são internados em SP

 

O presidente da Assembleia Eduardo Botelho (DEM) e o do Tribunal de Contas do Estado, Guilherme Maluf, foram internados em hospitais privados de São Paulo no início da semana, para tratar da Covid-19.

 

Por meio de nota, o conselheiro informou que sentiu dores na garganta e realizou exames preliminares de tomografia computadorizada, que confirmaram o diagnóstico. Desde então passou a fazer o tratamento no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo.

 

Já Botelho embarcou na noite de segunda-feira (13) para São Paulo, após sentir algus sintomas característicos da Covid-19.

 

Apesar de ter recebido resultados negativos para a doença no último teste realizado, o presidente achou melhor fazer novos exames e está hospitalizado no Sírio-Libanês. 

 

Em vídeo divulgado no sábado (18), o presidente do Legislativo afirmou que já havia saído do semi-intensivo e estava indo para o apartamento. “O coronavírus já era. Já foi derrotado. Acabou. Não me pertence mais. Esse já venci”, afirmou.

 

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Deputados se revoltam e deixam bloco

  

A informação de que o Paiaguás havia pagado de R$ 3,8 milhões em emendas do líder do governo, deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), foi o estopim para que três deputados deixassem o principal bloco de sustentação à gestão Mauro Mendes (DEM) na Assembleia Legislativa.

 

O Executivo, no entanto, negou as acusações do grupo.

 

“Dos R$ 3,8 milhões citados, R$ 400 mil são referentes a um convênio com o município de Carlinda, que tem emenda do deputado Dilmar. Os outros R$ 3,4 milhões são do orçamento próprio do Estado para projetos de infraestrutura e frutos de indicações de parlamentares e não de emendas impositivas”, informou o Paiaguás por meio denota.

  

Migraram para o Bloco Resistência Democrática – considerado como independente na Casa – os deputados Paulo Araújo (PP), Doutor João José (MDB) e Thiago Silva (MDB), que até então pertenciam ao Bloco Assembleia Forte.

 

O Resistência Democrática ainda ganhou adesão de Allan Kardec (PDT), que recentemente deixou a Secretaria de Cultura e não pertencia a nenhum bloco.

 

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